Garanta as suas Nadadeiras Kpaloa – 2020 Collection

Garanta as suas Nadadeiras Kpaloa
2020 Collection

TURBINE SEU TREINO

NADADEIRAS KPALOA

Características da Nadadeira de Treino da Kpaloa

Características da Nadadeira de Treino da Kpaloa

BENEFÍCIOS

DO USO DO PÉ DE PATO
NAS AULAS DE NATAÇÃO

Pé de Pato Kpaloa Natação L

Possuem hidrodinâmica específica para batidas de pernas na superfície. Suas abas curtas e flexíveis permitem pernadas de alta frequência durante o exercício, contribuindo para o aumento da potência muscular.

Também auxiliam na mobilidade articular do tornozelo, proporcionando uma maior amplitude no movimento, e na melhoria do condicionamento cardiovascular.

O treinamento aquático com as nadadeiras Kpaloa possibilita a sustentação do corpo na linha da água, diminuindo o atrito, favorecendo as técnicas do nado.

TESTADO E APROVADO PELAS MELHORES ACADEMIAS

Kpaloa em parceria Bodytech

Como diferencial, cada tamanho com uma cor, facilitando a identificação e otimizando as aulas

Pé de Pato Kpaloa Natação XS

XS
34-35

Pé de Pato Kpaloa Natação S

S
36-37

Pé de Pato Kpaloa Natação M

M
38-40

Pé de Pato Kpaloa Natação L

L
41-42

Pé de Pato Kpaloa Natação XL

XL
43-44

Pé de Pato Kpaloa Natação XLX

XLX
45

Como diferencial, cada tamanho com uma cor, facilitando a identificação e otimizando as aulas

KPALOA KIDS SPLASH

Pé de Pato Kpaloa Kids Splash Azul

Pé de Pato Kpaloa Kids Splash Rosa

Pé de Pato Kpaloa Kids Splash Verde

Produzidas com borracha vulcanizada de alta performance ultra elástica e macia, facilitam o aprendizado das técnicas de natação, com abas curtas e flexíveis, ideais para crianças.

PRESENTE NOS TREINOS DE CAMPEÕES

FAÇA AGORA O SEU PEDIDO

Atleta Nathalia Almeida treinando na piscina

FIQUE POR DENTRO

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  • A natação é uma das modalidades esportivas mais completas que existe, já que trabalhamos simultaneamente várias regiões do nosso corpo nesse esporte. Além disso, é considerada como um exercício de baixo impacto musculoesquelético. Por esses e muitos outros benefícios, a natação tem sido indicada para pessoas com idades, biotipos e objetivos diferentes. Mas você já percebeu que a natação é composta por determinados nados? Entre eles estão o crawl, costas, peito e borboleta. O nado crawl é o mais rápido da natação e é caracterizado por movimentos alternados de braços e pernas. Sem dúvidas é o nado mais popular, sendo geralmente o primeiro a ser ensinado e é utilizado tanto na piscina como em mares e rios. Já o nado costas, como o nome já é autoexplicativo, é aquele em que o atleta realiza o percurso nadando de costas para o fundo da piscina. Assim como no nado crawl, os movimentos de braços e pernas também são alternados. É importante lembrar que o nado de costas é o único em que a pessoa permanece com o rosto fora d’água durante todo o trajeto. O nado peito é o mais lento de todos e o movimento da braçada e da pernada são bem diferente dos demais nados. Conhecido também como nado clássico, o peito é considerado o nado mais antigo. Nele, o movimento da pernada é de grande importância para o deslocamento, uma vez que os membros inferiores são os responsáveis pela maior parte da propulsão. Por isso, é um nado que requer muita coordenação e técnica refinadas. Para muitos, o nado borboleta é o mais complexo, pois além de exigir bastante do condicionamento físico, a técnica e a coordenação também são fatores imprescindíveis para a sua execução. Nesse nado, o praticante realiza movimentos de braços e pernas simultâneos. A pernada é chamada por muitos como pernada de golfinho devido seu movimento ondulatório que se assemelha a esse animal. Mas e aí? Qual é o seu nado favorito? Qual é o nado que você mais gostou e ficou com vontade de aprender? Dica: para turbinar os seus treinos, você pode adquirir a Kpaloa Natação! Nadadeira com abas curtas e flexíveis projetadas especificamente para treinamento de natação. Escrito por Letícia Parada
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    • Natação
  • Em 1992, Marcelo Piu comprava sua primeira câmera em Mar del Plata na Argentina. E foi por causa do surf que a vontade em fotografar surgiu em sua vida. Marcelo começou a se interessar pela fotografia através das fotos aquáticas, pois quando surfava ficava maravilhado assistindo cenas fantásticas dentro d'água e queria muito poder eternizá-las. “Eu via surfistas dentro do tubo, tomando caldos e só quem estava dentro d'água podia ver isso tudo. Então fui atrás de um equipamento à prova d’água, o que foi difícil porque naquela época praticamente não existia no Brasil e por isso precisei buscar lá fora”, conta Marcelo. E curiosamente, o carioca tinha completado 10 anos de trabalho na Marinha que até então tinha entrado com a intenção de seguir carreira. E mesmo assim acabou mudando de planos porque a paixão pela fotografia falou muito mais alto. Inclusive, nesse ano ele estaria se aposentando na Marinha, mas resolveu dar uma guinada de 180 graus por um sonho do qual não se arrepende de ter seguido. E desde então os frutos de sua profissão começaram a ser colhidos. Em 1999, Marcelo fez diversos registros utilizando uma câmera analógica em Arraial do Cabo, mas infelizmente acabou perdendo muitas fotos deste dia. E foi justamente com uma das poucas fotos que se salvaram que Marcelo ganhou um concurso de fotografia, mas também foi parar no hospital por ter sido “queimado” por águas vivas. Perguntado a Marcelo quais dicas ele daria para alguém que esteja interessado em começar a trabalhar especificamente com fotografia de esportes no mar, o fotógrafo revelou que é preciso acima de tudo amar o mar. “É preciso se sentir bem ao entrar na água, como se ali fosse sua casa. Você não deve encarar a fotografia apenas como uma fonte de renda porque se pensar dessa forma não vai dar certo. A fotografia é muito mais que isso, é um estado de espírito e a sintonia tem que existir. Não é como fazer um ensaio fotográfico e pronto”. O fato é que fotografar na água tem seus desafios e isso inclui muitos fatores. Primeiro, compreender direções do vento, correnteza, ondulação. E claro, é fundamental saber fotografar, assim como entender sobre o equipamento que irá utilizar e a configuração correta para que um bom resultado seja obtido. Fora isso, é preciso estar munido de um bom par de nadadeiras que permita exercer a profissão de forma adequada, conforme relata Marcelo. “Eu uso pé de pato Kpaloa há mais de 20 anos e o que mais me chama atenção é o conforto inigualável que é proporcionado. Posso afirmar isso com segurança porque já cheguei a experimentar outras marcas antes de conhecer a Kpaloa. E já passei por alguns perrengues em correntezas e valas traiçoeiras, que se não fosse essa nadadeira eu não teria conseguido me safar. ” Por fim, Marcelo Piu alerta para o preparo físico, que precisa estar em dia assim como uma a apneia, pois caso contrário a pessoa perderá a confiança em si mesma. “A mente também tem que estar preparada porque a correnteza entra como o maior desafio externo, já que acaba tirando o fotógrafo da posição ideal no mar e cansando o profissional. Mas eu diria que é uma profissão apaixonante e eu, Marcelo, sou realizado pelo caminho que escolhi, pelos lugares e pessoas que a fotografia me possibilitou conhecer”. A Kpaloa agradece infinitamente a todos os fotógrafos que constroem suas histórias ao lado da nossa. Porque é através da fotografia que histórias são contadas, que podemos relembrar dias incríveis, assim como também imaginar aquilo que não vivemos ainda. Viva a fotografia! Aloha! Texto por Parada Letícia
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  • A natação é um esporte que requer movimentos do corpo como um todo. Em se tratando especificamente do nado crawl, pesquisadores já comprovaram que a pernada contribui com 10% para a propulsão geral. Além disso, a pernada auxilia na respiração, assim como na manutenção do equilíbrio e na sustentação do corpo na superfície da água. Apesar de sua importância, muitas pessoas sentem dificuldade na execução da pernada e por isso costumam dispensar essa parte do treino. A nadadora profissional e integrante do Kpaloa Team, Nathalia Almeida, compartilhou algumas dicas para melhorar a eficiência da pernada. Confira o que a atleta 14 vezes campeã brasileira e campeã mundial militar nos contou: Muita gente esquece disso, mas o movimento dos pés é crucial na pernada e é preciso ter uma boa mobilidade dos tornozelos. Realizar alongamentos é peça fundamental nesse processo;   Para assimilar o movimento e a técnica correta da pernada, é interessante trabalhar o nado completo de uma forma diferente: atuando mais intensamente com as pernas e menos com os braços;   Colocar uma band (faixa elástica) na altura dos tornozelos ajuda bastante os nadadores que sentem dificuldade em manter uma mesma amplitude e ritmo da pernada. Com a band é possível trabalhar esses aspectos;   Usar pé de pato para focar o trabalho da pernada nos dois sentidos é muito importante. É bem comum observar nadadores realizando força apenas para baixo, mas a pernada é composta pela fase ascendente e descendente. Se não fizer o movimento completo você acaba não saindo do lugar, gasta muita energia, sente a fadiga e fica realmente estacionado na piscina. Então, aproveite as dicas da Nathalia e aperfeiçoe a técnica de pernada para melhorar seu desempenho. Não exclua as séries de perna da sua programação de treino, pois elas são essenciais! E convidamos você a conhecer em nosso site a nossa linha de nadadeiras específicas para treinos de natação: https://www.kpaloa.com/natacao Aloha!
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    • Natação
  • A respiração é um aspecto muito importante em qualquer um dos 4 nados. Tanto no borboleta, costas, crawl ou peito dependemos de uma respiração adequada para que possamos nos deslocar de maneira eficiente. A partir de uma respiração correta o nadador obtém um ritmo constante, sem prejudicar a biomecânica do nado e, claro, sem fadigar precocemente. Isso porque o indivíduo que não domina a técnica de respiração acaba realizando um maior esforço físico para tentar manter a qualidade dos movimentos, de modo a ser capaz de vencer a resistência oferecida pelo meio líquido. Mas por que grande parte das pessoas sentem dificuldade nesse pequeno detalhe? Porque na terra a respiração acontece de apenas uma forma (geralmente pelo nariz). Na água funciona assim: inspiramos o ar pela boca e depois expiramos debaixo d’água. Entretanto, há quem “solte” o ar (expire) com o nariz ou com o nariz e a boca ao mesmo tempo. Pensando nisso, o nadador olímpico e recordista pan-americano João de Lucca selecionou 3 dicas especiais que irão te ajudar a melhorar a respiração na natação. Confira abaixo: 1- Manter a calma é essencial para ter um menor gasto energético resultando em um batimento cardíaco mais nivelado e ritmado. Uma boa dica para melhorar a capacidade pulmonar durante o nado é contar as braçadas e respirar após ter realizado um determinado número de braçadas. Sugiro começar com 4 braçadas e uma respiração. Uma vez se sentindo confortável, pode aumentar o número de braçadas para cada respiração, por exemplo,  a cada 6 braçadas realizar 1 respiração. Após um tempo e já tendo uma melhora, é legal também aumentar a intensidade do nado. 2 - Outra dica bem eficaz e na minha opinião bem relaxante, é fazer um trabalho de apneia com as nadadeiras Kpaloa. Atravessar a piscina debaixo d’água batendo perna. Lembrando de ter calma e não se afobar para chegar ao outro lado da piscina. Uma sugestão para relaxar e manter a calma é contar o número de pernadas. Focando na conta e nos números de pernada conseguimos aliviar a tensão da necessidade de subir para respirar. Caso não consiga chegar até o outro lado, conte 10 pernadas e suba para respirar. Conseguindo e já se sentindo confortável, tente fazer 15 pernadas e assim por diante. Para quem já consegue atravessar a piscina sem respirar pode também fazer mais repetições desse mesmo exercício. Uma vez melhorando e se sentindo confortável, pode diminuir o intervalo de tempo entre uma travessia e outra. Assim logo logo terá uma boa capacidade pulmonar que o ajudará bastante nos treinos de natação. 3- Uma forma de melhorar a respiração especificamente no nado crawl e manter o posicionamento correto da cabeça é utilizando os óculos de natação como referência. Ao respirar, concentre-se em manter uma das lentes dos óculos abaixo da superfície e a outra na linha da água. Assim, você irá respirar de modo correto, sem aumentar o arrasto e, consequentemente, gastando menos energia para se deslocar. E aí? Gostou das dicas do João? Agora é só colocar em prática! Artigo por Parada Letícia
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    • Natação
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