Garanta as suas Nadadeiras Kpaloa – 2020 Collection

Garanta as suas Nadadeiras Kpaloa
2020 Collection

TURBINE SEU TREINO

NADADEIRAS KPALOA

Características da Nadadeira de Treino da Kpaloa

Características da Nadadeira de Treino da Kpaloa

BENEFÍCIOS

DO USO DO PÉ DE PATO
NAS AULAS DE NATAÇÃO

Pé de Pato Kpaloa Natação L

Possuem hidrodinâmica específica para batidas de pernas na superfície. Suas abas curtas e flexíveis permitem pernadas de alta frequência durante o exercício, contribuindo para o aumento da potência muscular.

Também auxiliam na mobilidade articular do tornozelo, proporcionando uma maior amplitude no movimento, e na melhoria do condicionamento cardiovascular.

O treinamento aquático com as nadadeiras Kpaloa possibilita a sustentação do corpo na linha da água, diminuindo o atrito, favorecendo as técnicas do nado.

TESTADO E APROVADO PELAS MELHORES ACADEMIAS

Kpaloa em parceria Bodytech

Como diferencial, cada tamanho com uma cor, facilitando a identificação e otimizando as aulas

Pé de Pato Kpaloa Natação XS

XS
34-35

Pé de Pato Kpaloa Natação S

S
36-37

Pé de Pato Kpaloa Natação M

M
38-40

Pé de Pato Kpaloa Natação L

L
41-42

Pé de Pato Kpaloa Natação XL

XL
43-44

Pé de Pato Kpaloa Natação XLX

XLX
45

Como diferencial, cada tamanho com uma cor, facilitando a identificação e otimizando as aulas

KPALOA KIDS SPLASH

Pé de Pato Kpaloa Kids Splash Azul

Pé de Pato Kpaloa Kids Splash Rosa

Pé de Pato Kpaloa Kids Splash Verde

Produzidas com borracha vulcanizada de alta performance ultra elástica e macia, facilitam o aprendizado das técnicas de natação, com abas curtas e flexíveis, ideais para crianças.

PRESENTE NOS TREINOS DE CAMPEÕES

FAÇA AGORA O SEU PEDIDO

Atleta Nathalia Almeida treinando na piscina

FIQUE POR DENTRO

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  • Conceição Toscano, carioca, aprendeu a nadar na piscina aos 28 anos. Hoje aos 77 anos, cheia de energia, pratica natação no mar três vezes por semana no posto 6 de Copacabana e garante que essa é uma experiência maravilhosa. Como e quando conheceu a natação? Começou praticando na piscina mesmo ou no mar? Quando eu tinha 28 anos, eu morava em Brasília ainda e não sabia nadar. Eu tinha três filhos que estavam na escolinha de natação. Então eu pensei que se eles estavam fazendo aula na escolinha, eu podia entrar também para aprender a nadar. E eu aprendi a nadar com essa idade, na piscina, em Brasília. De onde veio o hábito de praticar natação? Foi uma paixão que surgiu de forma espontânea ou alguma outra razão? Eu sempre gostei da natação, não como competição, mas como esporte mesmo. Minha filha foi nadadora, campeã brasileira, foi da seleção brasileira de triathlon. E em Brasília eu participava muito na parte de organização da natação porque naquela época a FABRA (Federação Aquática de Brasília) estava sendo criada. Então nós, os pais, fazíamos tudo. Nós cronometrávamos, nós éramos juízes de raia, nós fazíamos a competição. E eu era secretária da FABRA, participava e fazia tudo isso. Assim foi durante 18 anos, que foi quando fui embora para o Rio de Janeiro e cheguei no Flamengo. Meus filhos já estavam criados, crescidos, cada um com a sua vida. E eu fui para o Flamengo para voltar a nadar, mas sem o objetivo de competição já que eu nadava apenas porque gostava de nadar. Continuei nadando, depois parei por um período e fui fazer hidroginástica, algo que faço até hoje porque é uma atividade muito forte na parte social. Depois de uma certa idade você precisa da parte social, após a aula de hidro tem um cafézinho, um bolinho, um bate-papo, fazemos almoços e comemoramos aniversários também. Então essa parte social, depois de uma certa idade eu acho muito importante. Qual é a sua rotina de vida? Nas manhãs de segunda, quarta e sexta eu ia para a hidroginástica, pois o clube suspendeu as atividades devido a pandemia. A minha filha, que tem uma assessoria esportiva, começou a fazer natação no mar porque os clubes estavam fechados e não podia mais nadar. Apesar de ter nadado no mar algumas vezes, eu tinha pavor, medo de nadar no mar. Porque uma vez eu estava nadando, vi uma tartaruga, acabei me apavorando com ela e quase me afoguei. Mas faz 6 meses que estou nadando no mar e estou gostando, faço 3 vezes na semana, terça, quinta e sábado. Mas eu pratico como uma brincadeira, não quero fazer maratona aquática ou algo tipo, é mais por saúde mesmo. Ah e nas quartas das 15h às 16h eu participo do coral, mas diante da pandemia está sendo online. E das 16h às 18h faço aula de memória cognitiva, que também era presencial e agora é online. Eu adoro essas aulas de memória cognitiva, adoro fazer aqueles joguinhos. O que a natação no mar representa na sua vida? Atualmente representa principalmente saúde e mobilidade porque eu sou obrigada a me movimentar. E essa é uma atividade que me traz uma mobilidade muito grande. O meu meio de transporte há 7 anos é a bicicleta, não tenho mais carro, me locomovo de bicicleta pela Zona Sul carioca. Então eu preciso ter saúde e mobilidade para poder, inclusive, continuar andando de bicicleta. Qual a importância do esporte em geral na vida do ser humano? Eu acho que a importância do esporte é a saúde. Para o jovem é a questão da disciplina. O atleta precisa de disciplina porque ele tem que acordar cedo, ele precisa se alimentar bem. O atleta que quer ter bons resultados precisa ter uma disciplina muito grande na vida, seja na hora do estudo, na hora da alimentação, nos treinos. Então eu acho que toda pessoa deveria começar a praticar um esporte, seja lá qual for, desde a infância e depois decidir se quer seguir no esporte como atleta ou não. Se pudesse dar um conselho para as pessoas que não estão ativas fisicamente, o que diria? Pratique qualquer esporte. Não tem essa história de ter idade. Eu quando resolvi nadar no mar aos 77 anos enfrentei como se fosse uma nova atividade, enfrentei meus medos. Já tem 6 meses que eu nado no mar, eu nado com aquela boia na barriga e uso pé de pato. Porque eu ainda tenho receio de, de repente, eu estar lá no meio do mar e ver um tubarão, uma baleia, uma tartaruga. Então eu me sinto mais segura com a boia e o pé de pato. As meninas mais novas, de 50, 60 anos, dizem pra mim “Ah Conceição, você nada melhor sem boia do que com a boia”. Às vezes eu até tiro a boia, mas eu me sinto mais segura com ela. É um desafio, a natação no mar está sendo um desafio para mim. Mas vale muito a pena.
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    • Natação
  • Nathalia Almeida, integrante do time Kpaloa, viajou no mês passado acompanhada de outros atletas da Seleção Brasileira para Sierra Nevada. Visando se preparar para a disputa pela vaga nos Jogos Olímpicos, Nathalia contou como foram os treinos na altitude. Você acabou de voltar de Sierra Nevada. Quais as impressões que teve do centro de treinamento espanhol? Você já conhecia? Eu nunca tinha ido para Sierra Nevada, a infraestrutura de lá é realmente maravilhosa, a comida é incrível e é tudo muito perto. Você sobe e já está no quarto. Você desce e já está na piscina. Eu achei tudo muito bom, inclusive eles estão aplicando todos os protocolos de prevenção à COVID-19, são bem rígidos quanto a isso. Por exemplo, nós fizemos o teste lá 3 vezes para ter a certeza de que não estávamos contaminados. Treinamento na altitude deve ser um baita desafio né? Você lembra quando e como foi o seu primeiro treino na altitude? Então, na verdade eu nunca tinha feito um treino na altitude, essa foi a minha primeira vez. Eu gostei muito, achei incrível, é muito desafiador tanto mentalmente como fisicamente e valeu muito a pena a experiência. E como foram os treinos em Sierra Nevada? Você percebeu alguma melhora no seu desempenho? Se sim, em qual sentido? Eu senti muita diferença sim. Quando eu cheguei lá na primeira semana eu senti muita dificuldade. Mas na última semana eu já estava conseguindo nadar bem melhor, já conseguia manter minhas melhores médias durante o treino. Qual é a importância do treinamento em altitude para os nadadores? É muito importante porque melhora demais a oxigenação, o número de hemoglobinas… Você melhora a sua capacidade aeróbia em bem menos tempo do que você faria em um lugar a nível do mar. Para ter uma ideia, a nível do mar demoraria em torno de 6 semanas para obter melhorias reais no aeróbio. E lá você leva apenas 3 semanas para alcançar essa mesma condição. Então isso é muito bom, ainda mais para mim… eu passei muita dificuldade um tempo atrás porque eu tive COVID-19 no fim de 2020. Eu não estava conseguindo nadar direito aqui no Brasil e o treino na altitude me ajudou muito no sentido de recuperar a minha capacidade aeróbia e a minha forma física. E já que estamos falando dessa experiência, você esteve em Sierra Nevada com outros atletas de altíssimo nível como Ana Marcela Cunha, Allan do Carmo e Gabrielle Roncatto. Como se sente em relação a isso? Foi incrível treinar todo dia com atletas dedicados como a Ana, ela já foi 6 vezes melhor do mundo. Então treinar com ela todo dia e ver toda essa dedicação é uma inspiração. Às vezes eu ficava bem abalada com os treinos na altitude e ela me dava muita força, a Ana é um espelho para mim. E ter alguém como a Gabi, que nada as mesmas provas que eu e que está ali ao meu lado treinando comigo, é engrandecedor. Ela treina muito e eu já falei isso para ela, ela me dá forças. Sem mencionar o Allan do Carmo que é uma pessoa fantástica e que já fez muitos treinos na altitude, tem 31 anos e a cada dia se esforça no treino para evoluir mais. Todos são atletas inspiradores! Mudando o foco, qual o seu grande objetivo para este ano? Como está a cabeça para essa temporada já que 2020 foi um ano muito incerto e de poucas competições? Já esqueci 2020 porque 2020 acabou, então meu grande objetivo para esse ano é com certeza a seletiva olímpica que está vindo aí. Focar na seletiva, conseguir o índice olímpico, ir para as Olimpíadas e fazer o meu melhor... quem sabe uma final, quem sabe uma medalha? Se você está lá é porque você tem chances. Então esse é o foco.   Entrevista realizada por Letícia Parada
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    • Natação
  • A natação é uma das modalidades esportivas mais completas que existe, já que trabalhamos simultaneamente várias regiões do nosso corpo nesse esporte. Além disso, é considerada como um exercício de baixo impacto musculoesquelético. Por esses e muitos outros benefícios, a natação tem sido indicada para pessoas com idades, biotipos e objetivos diferentes. Mas você já percebeu que a natação é composta por determinados nados? Entre eles estão o crawl, costas, peito e borboleta. O nado crawl é o mais rápido da natação e é caracterizado por movimentos alternados de braços e pernas. Sem dúvidas é o nado mais popular, sendo geralmente o primeiro a ser ensinado e é utilizado tanto na piscina como em mares e rios. Já o nado costas, como o nome já é autoexplicativo, é aquele em que o atleta realiza o percurso nadando de costas para o fundo da piscina. Assim como no nado crawl, os movimentos de braços e pernas também são alternados. É importante lembrar que o nado de costas é o único em que a pessoa permanece com o rosto fora d’água durante todo o trajeto. O nado peito é o mais lento de todos e o movimento da braçada e da pernada são bem diferente dos demais nados. Conhecido também como nado clássico, o peito é considerado o nado mais antigo. Nele, o movimento da pernada é de grande importância para o deslocamento, uma vez que os membros inferiores são os responsáveis pela maior parte da propulsão. Por isso, é um nado que requer muita coordenação e técnica refinadas. Para muitos, o nado borboleta é o mais complexo, pois além de exigir bastante do condicionamento físico, a técnica e a coordenação também são fatores imprescindíveis para a sua execução. Nesse nado, o praticante realiza movimentos de braços e pernas simultâneos. A pernada é chamada por muitos como pernada de golfinho devido seu movimento ondulatório que se assemelha a esse animal. Mas e aí? Qual é o seu nado favorito? Qual é o nado que você mais gostou e ficou com vontade de aprender? Dica: para turbinar os seus treinos, você pode adquirir a Kpaloa Natação! Nadadeira com abas curtas e flexíveis projetadas especificamente para treinamento de natação. Escrito por Letícia Parada
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    • Natação
  • Em 1992, Marcelo Piu comprava sua primeira câmera em Mar del Plata na Argentina. E foi por causa do surf que a vontade em fotografar surgiu em sua vida. Marcelo começou a se interessar pela fotografia através das fotos aquáticas, pois quando surfava ficava maravilhado assistindo cenas fantásticas dentro d'água e queria muito poder eternizá-las. “Eu via surfistas dentro do tubo, tomando caldos e só quem estava dentro d'água podia ver isso tudo. Então fui atrás de um equipamento à prova d’água, o que foi difícil porque naquela época praticamente não existia no Brasil e por isso precisei buscar lá fora”, conta Marcelo. E curiosamente, o carioca tinha completado 10 anos de trabalho na Marinha que até então tinha entrado com a intenção de seguir carreira. E mesmo assim acabou mudando de planos porque a paixão pela fotografia falou muito mais alto. Inclusive, nesse ano ele estaria se aposentando na Marinha, mas resolveu dar uma guinada de 180 graus por um sonho do qual não se arrepende de ter seguido. E desde então os frutos de sua profissão começaram a ser colhidos. Em 1999, Marcelo fez diversos registros utilizando uma câmera analógica em Arraial do Cabo, mas infelizmente acabou perdendo muitas fotos deste dia. E foi justamente com uma das poucas fotos que se salvaram que Marcelo ganhou um concurso de fotografia, mas também foi parar no hospital por ter sido “queimado” por águas vivas. Perguntado a Marcelo quais dicas ele daria para alguém que esteja interessado em começar a trabalhar especificamente com fotografia de esportes no mar, o fotógrafo revelou que é preciso acima de tudo amar o mar. “É preciso se sentir bem ao entrar na água, como se ali fosse sua casa. Você não deve encarar a fotografia apenas como uma fonte de renda porque se pensar dessa forma não vai dar certo. A fotografia é muito mais que isso, é um estado de espírito e a sintonia tem que existir. Não é como fazer um ensaio fotográfico e pronto”. O fato é que fotografar na água tem seus desafios e isso inclui muitos fatores. Primeiro, compreender direções do vento, correnteza, ondulação. E claro, é fundamental saber fotografar, assim como entender sobre o equipamento que irá utilizar e a configuração correta para que um bom resultado seja obtido. Fora isso, é preciso estar munido de um bom par de nadadeiras que permita exercer a profissão de forma adequada, conforme relata Marcelo. “Eu uso pé de pato Kpaloa há mais de 20 anos e o que mais me chama atenção é o conforto inigualável que é proporcionado. Posso afirmar isso com segurança porque já cheguei a experimentar outras marcas antes de conhecer a Kpaloa. E já passei por alguns perrengues em correntezas e valas traiçoeiras, que se não fosse essa nadadeira eu não teria conseguido me safar. ” Por fim, Marcelo Piu alerta para o preparo físico, que precisa estar em dia assim como uma a apneia, pois caso contrário a pessoa perderá a confiança em si mesma. “A mente também tem que estar preparada porque a correnteza entra como o maior desafio externo, já que acaba tirando o fotógrafo da posição ideal no mar e cansando o profissional. Mas eu diria que é uma profissão apaixonante e eu, Marcelo, sou realizado pelo caminho que escolhi, pelos lugares e pessoas que a fotografia me possibilitou conhecer”. A Kpaloa agradece infinitamente a todos os fotógrafos que constroem suas histórias ao lado da nossa. Porque é através da fotografia que histórias são contadas, que podemos relembrar dias incríveis, assim como também imaginar aquilo que não vivemos ainda. Viva a fotografia! Aloha! Texto por Parada Letícia
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